História

fundadores
Florianópolis, abril de 2016 – Quando a filha Layla tinha apenas 5 anos, o empresário Rogério Valim ficou surpreso com a naturalidade com que ela navegava na Web para descobrir novos jogos. Não demorou muito para notar o encanto da pequena, especialmente com os games, em que tinha uma vida virtual e jogava para ganhar moedas com as quais adquiriria agrados para seu avatar, como novas roupas e itens para casa.

Curioso com o interesse da filha, uma legítima representante de uma geração que não conhece um mundo sem Internet, Valim começou a pensar em criar um negócio em que poderia, ao mesmo tempo, empreender e se aproximar de Layla, passando mais tempo perto dela e, o que é melhor, ouvindo seus valiosos conselhos para o desenvolvimento do game.

Com seu apoio incondicional, Valim decidiu, em 2013, começar a montar em Florianópolis, onde vive, a sede da Magic Bubble (www.magicbubble.com.br), rede social infantil que abre as fronteiras hoje (19/04) de um mundo virtual que irá entreter a criançada com games divertidos e educacionais.

Albert 1
Personagem Professor Albert – O projeto do Magic Bubble, que nasceu dentro de casa, começou a virar uma startup em uma pequena sala em um sobrado na capital catarinense. Ali, no andar em cima de uma lavanderia, Valim comanda uma turma de jovens desenvolvedores que se apertam para desenhar e dar vida a cenários de cidades do Brasil e do mundo e personagens apadrinhados pelo simpático professor Albert.

É neste mundo mágico que as crianças passeiam, conversam, fazem novos amigos, brincam nos games, respondem quizes e, quando vencem os desafios ganham e acumulam os Bubbles, moedas que são usadas para comprar itens para o avatar e decorar e mobiliar a casa virtual.

O Magic Bubble estreia com cinco cenários de capitais brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Em breve, promete lançar cidades de outros países e a qualquer momento novidades e cenários que podem estar relacionados com uma data comemorativa da história ou algum evento atual, como os Jogos Olímpicos.

“Enquanto desenvolvíamos o game fomos percebendo que não havia nada parecido para crianças na faixa etária de 5 a 7 anos. A criançada quer participar das redes sociais. Mas não tinha nada seguro onde pudesse criar um perfil, no caso um avatar, e encontrar os coleguinhas da classe para se divertir, e ao mesmo tempo aprender geografia, história, cultura regional ou matemática. O Magic Bubble é um ambiente que os pais e professores podem monitorar e acompanhar o desenvolvimento dos filhos, brincar junto com eles, além de ajudar na escola. Estamos muito confiantes que será um sucesso”, diz Rogerio Valim, sócio-fundador do Magic Bubble.

Layla 2
“Ficou muito legal e estou muito feliz que meu pai conseguiu realizar nosso sonho. Tenho certeza que as crianças vão gostar muito”, comemora a agora pré-adolescente Layla.

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